Nesta Edição

mais Palavra de especialista
mais Sucesso de venda antes do lançamento
mais Balanço - Crise não afeta negócios da GNO. Construtora fecha 2008 com forte crescimento
mais Mais um cartão postal - GNO constrói novo prédio comercial na Avenida Norte-Sul
mais Transformação - Região do Galleria Shopping ganha nova cara
mais Praça Capital - Um cartão postal com a assinatura GNO

mais Mercado - Financiamento de imóveis em 2008 bate recorde
mais Veículos - Campinas tem réplica do famoso Porshe 550

Palavra de especialista

Investimento em Imóvel no Brasil mais que dobra
por Fábio Nogueira - Sócio da Brazilian Finance & Real State

Após uma pausa brusca provocada pela crise dos Estados Unidos, o mercado imobiliário brasileiro deve receber um novo impulso com o grau de investimento, nota de país seguro para investimento dada pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s. Para Fábio Nogueira, sócio do grupo de investimentos imobiliários Brazilian Finance e Real Estate, os investimentos estrangeiros em imóveis no País podem saltar de 8 bilhões de reais para 20 bilhões de reais ao ano, movimento semelhante ao que ocorreu no México há alguns anos.

Com o grau de investimento, o Brasil voltará a receber investimentos no setor imobiliário?
O grau de investimento, somado à percepção de que o Brasil está descolado da crise americana, fará o dinheiro voltar a aparecer. Tivemos três anos de investimentos, seguidos pela apreensão com a crise americana. As empresas deram uma pausa para reavaliar a situação, mas o dinheiro voltará. Já percebemos interesse de investidores, por exemplo, nos fundos que nossa empresa administra, e recebemos consultas de investidores asiáticos sobre a atividade imobiliária no País.

Quanto pode ser injetado de dinheiro no mercado brasileiro?
Em todos os segmentos - financiamento, construção, investimento - a carência, a demanda e as oportunidades são tão grandes que certamente estamos falando em algo em torno de 100 bilhões de reais nos próximos cinco anos. Eu acredito que serão 20 bilhões de reais ao ano, porque os fundamentos desse mercado estão excelentes no Brasil.

Que fundamentos são esses?
Inflação sob controle e juros mais baixos. A confirmação do investment grade por outra agência seria muito bem vinda também.

A pressão de inflação e a elevação dos juros podem influenciar os investimentos no País?
Podem. Mas enquanto os juros estiverem em um patamar abaixo de 13% ao ano, o mercado estará muito ativo, e acima disso pode parar um pouco. Ainda há margem para o Banco Central administrar essa taxa sem causar danos ao mercado.

Então, pode-se dizer que não haverá crise imobiliária no País?
Se houvesse uma crise imobiliária no Brasil, seria por falta de investimento, não por problemas de crédito. Mas não me parece que vá faltar investimento. Por dois ou três anos, entraram muitos recursos no segmento, e esse dinheiro está sendo investido. Primeiro as empresas devem cumprir os compromissos que já assumiram, mas ao necessitar de novos recursos terão condição de captá-los.

Os investidores estrangeiros buscam que tipo de imóveis?
De tudo. Comercial locado, residencial em construção e shoppings. O Brasil pode oferecer para essa turma opções financeiras que não deixam nada a desejar para o que existe lá fora. É um grande avanço.

Parte desse interesse dos estrangeiros vem do fato de os imóveis aqui serem baratos?
Comparando-se os imóveis daqui com parâmetros de fora, sim, imóvel aqui é barato. Na verdade, lá fora os aluguéis são muito caros. Considerando que o Brasil, como membro do clube do grau de investimento, não deveria ter muita discrepância em relação a outros países, é natural alguns investidores apostarem na valorização do imóvel brasileiro, e é isso que eles perseguem.

O México tinha condições semelhantes às do Brasil, quando recebeu o investment grade. O que aconteceu lá?
O México passou a receber investimentos superiores a 10 bilhões de reais por ano. Grande parte das operações tinha a participação de estrangeiros. Aqui, os bancos nacionais e internacionais já estão bastante agressivos, e há empresas como a nossa crescendo de maneira consistente tanto em novos empréstimos como em securitização. Estamos quebrando paradigmas e vivendo uma fase que historicamente não tem comparação. Não existe no horizonte nada que coloque em risco o sucesso desse segmento. A demanda hoje chega a 7 milhões de moradias - a maior parte em baixa renda, mas também há classe média e alta. É muita coisa.

Com esse horizonte, o que deve acontecer com as empresas brasileiras?
Deve haver consolidação entre as empresas, mas os incorporadores têm muita dificuldade em pensar em fusão porque são empresas familiares. O aspecto cultural retarda esse processo, mas ele já está acontecendo.

 

Balanço
Crise não afeta negócios da GNO

Construtora fecha 2008 com forte crescimento

A crise mundial que arrastou economias no último trimestre de 2008, atingindo com maior intensidade os Estados Unidos e Europa, não teve grandes abalos no mercado nacional. Pelo menos para a GNO, há 24 anos no mercado do Interior paulista. A empresa fechou o ano passado com um crescimento de 100% em volume de lançamentos residenciais e comerciais e 34,45% em obras contratadas por terceiros – empresas e residências de alto padrão.
O desempenho positivo deve se manter em 2009, mas em um ritmo menor, segundo estimava da companhia. “A expectativa para este ano, com base nos números da economia mundial, era de uma retração do mercado, mas o que estamos percebendo é que 2009 será um ano diferenciado, ainda com crescimento, embora não tão vigoroso como no ano passado”, analisa o diretor da GNO Rogério Nassralla.
Para ele, a crise no exterior serviu para solidificar o setor da construção civil no Brasil e dissipar dúvidas como ocorreu em momentos conturbados de crise no passado. Entre os pontos positivos que ele enumera por conta da turbulência estão a própria consolidação do setor, o fato de o imóvel ser visto como uma aplicação segura, a movimentação do governo federal para fomentar linhas de crédito habitacionais, reduzir impostos e a redução das taxas de juros, iniciada em janeiro, com o corte de 2,5 pontos percentuais. “Todos estes fatores trouxeram maior tranquilidade para o consumidor planejar a compra de longo prazo e os efeitos nos preços e juros devem ser sentidos, com maior intensidade, a partir do segundo semestre”, explica.
A diretora Constanza Nassralla cita outros exemplos para traçar bons números para a GNO neste ano. Um deles diz respeito à carteira de crédito para financiamento por parte dos agentes financeiros privados e governamentais. Enquanto alguns bancos têm injetados cerca de R$ 52 bilhões em financiamento para veículos, o setor da construção, no ano passado, ficou com apenas R$ 2 bilhões dos empréstimos concedidos. “Existe uma grande diferença entre os dois segmentos, ainda mais quando estes números, no mundo, são de 50% para cada um deles”, afirma Constanza.
Para manter o crescimento dos negócios, a GNO deverá manter a mesma estratégia dos anos anteriores, que se mostraram acertadas: a diversificação de seus produtos e serviços. Além dos lançamentos de novos empreendimentos para as classes alta e média, a empresa também estará focada no nicho de obras para terceiros, sendo elas comerciais ou residenciais de alto padrão. “Neste ano também nos voltaremos para os públicos das classes C e D, que formam a maior parcela de pessoas sem uma moradia no Brasil e que são o novo foco das metas do governo federal”, anuncia Alfredo Omati, diretor. O primeiro empreendimento neste segmento deverá ser lançado ainda no primeiro semestre, no município de Hortolândia.

Mais um cartão postal

GNO constrói novo prédio comercial na Avenida Norte-Sul

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Quando se fala em grandes obras comerciais que se transformaram em verdadeiros cartões postais da cidade de Campinas, a primeira lembrança que se vem à cabeça é a marca GNO. Pois este diferencial e esta marca registrada de qualidade e bom gosto foram determinantes para que a empresa fosse a escolhida para construir mais um empreendimento na Avenida Norte-Sul, a mais movimentada do município. Funcionários e máquinas já trabalham a pleno vapor na esquina com a Avenida Coronel Silva Telles, onde no próximo ano será inaugurado um dos mais elegantes, modernos e arrojados prédios de escritórios já construídos na Região Metropolitana de Campinas (RMC).
O prédio, que levará a assinatura do consagrado arquiteto Roberto Leme, terá 19 mil metros quadrados de área construída, das quais nove mil de área bruta locável. Serão 44 salas com até 700 metros quadrados, divididas em 16 andares. O térreo reservado para três lojas comerciais, um café, um lobby e a portaria; do 2º ao 9º pavimento com quatro salas por andar; e os demais com duas salas. Além disso, o prédio contará com dois subsolos com capacidade para 300 vagas. O empreendimento ainda contará com um heliponto, de forma a facilitar a vida dos empresários.
O projeto arquitetônico da obra prevê toda a área externa revestida em granito e vidro, e com desenhos futuristas e arrojados, jamais vistos nas cidades da RMC. A parte interna também contará com diferenciais para atender às exigências das empresas nos dias atuais: piso elevado, forro acústico, ar condicionado central e cabeamento estruturado, que evita a exposição da fios e cabos. Tudo isso vem se somar à sua localização privilegiada, próxima a todas as regiões, fácil acesso e uma vista diferenciada, já que fica em frente a um jardim.
Esta obra de engenharia vem se somar a outros empreendimentos comerciais de grande sucesso que tornaram a GNO uma referência neste segmento. A empresa foi a responsável pela construção de outros cartões-postais na cidade, como Corporate Galeria, Plaza Galeria, Trade Tower, (Também na Avenida Norte-Sul), todos com padrão triplo A, e o Praça Capital, localizado na Rodovia Anhangüera.

 

Transformação

Região do Galleria Shopping ganha nova cara

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Quem passa diariamente pela região do entorno do Galleria Shopping, em Campinas, já pode perceber as transformações no local com duas grandes obras em andamento pela GNO: o condomínio residencial de alto padrão Wonders – apartamentos de 103, 148, 182, 240 metros -, em fase de execução de concretagem dos andares, e o condomínio comercial de escritórios Spot Galleria, o qual terminou a fase de estrutura e esta na execução dos fechamentos de alvenaria.
O altíssimo padrão de Wonders - agora financiado pelo Bradesco - pode ser traduzido em simplicidade. Isso porque, nada mais agradável do que poder levar o filho à escola, almoçar com o marido em um dos diversos restaurantes à disposição, assistir a um filme, fazer uma sessão de ginástica, pagar contas e ainda levar pão fresquinho para casa, tendo tudo isso simplesmente às mãos, sem nem precisar tirar o carro da garagem. É que um elevador exclusivo abre suas portas diretamente para o Galleria Shopping, possibilitando o uso fácil e seguro de serviços como chaveiro, pet shop e sapataria, além dos produtos oferecidos pelas mais diversas grifes.
Este diferencial possibilitará também integração a todo o Complexo Galleria, um dos únicos conglomerados da cidade com lazer, serviços, hotel e centro de negócios – em breve ampliado pelo Spot Galleria. E é ele o responsável por incluir Wonders na categoria de mix use, que significa integrar moradia, trabalho e lazer em locais próximos, formando conglomerados completos.
A inserção em conglomerados deste tipo já acontece em empreendimentos em Nova York, Tóquio e, em breve, no Parque Cidade Jardim, em São Paulo. Isso mostra que, depois de algumas décadas de preferências por bairros puramente residenciais, o alto padrão volta a suprir a necessidade de praticidade das pessoas. O conceito mix use oferece todas as vantagens de trabalhar, estreitar relacionamentos de negócios, fazer as compras da casa e se divertir sem precisar enfrentar trânsito, perder tempo e, principalmente, sem colocar em risco a segurança.

 

Praça Capital - Um cartão postal com a assinatura GNO

Inaugurado em junho de 2008, o Praça Capital, maior condomínio empresarial vertical da Região Metropolitana de Campinas (RMC), está em pleno funcionamento. Composto por 547 unidades, o empreendimento construído pela GNO oferece a seus condôminos uma área de convivência com cerca de 51 lojas, divididas entre alimentação e conveniência, 783 vagas de estacionamento e um excelente ambiente para promoção de negócio. O Condomínio, encravado às margens da Rodovia D. Pedro I, está 16% ocupado, tendo mais 15% de ocupação prevista até o mês de Maio de 2009, em função das obras em execução.
De acordo com o gerente de Propriedade da INI2 Implantações Imobiliárias Ltda, Guilherme Gomes, atualmente, o Praça Capital tem um público residente de aproximadamente 550 pessoas. A a média mensal de visitantes já chega a 6,5 mil pessoas.
“2008 foi um ano no qual o Condomínio deu seus primeiros passos, se estabelecendo gradativamente como um ambiente seguro, confortável e de ótima relação custo benefício”, explica Gomes. “Atualmente é um dos condomínios de mais baixo custo condominial na RMC, contando com um processo de segurança consistente e eficiente”. O Praça Capital possui um sistema de Gestão de Demanda Interna, onde todas as solicitações feitas são registradas e tratadas de forma consistente e direcionada, ou seja, sua solicitação será atendida!
A ocupação do Praça Capital tem crescido a cada dia. “Para os próximos meses a administração do Condomínio, através de homologação de fornecedores parceiros, oferecerá serviços de conveniência básicos aos usuários, como limpeza, jardinagem, manutenção de instalações, correios e serviços gerais, com custos iguais ou inferiores aos praticados pelo mercado.
Atualmente a maior obra do Condomínio está em execução, que será ocupada por uma grande clínica médica, contando com aproximadamente 1,1 mil m2. Adicionalmente, uma grande cafeteria e restaurante da região, está em fase de finalizações de seu estabelecimento, com previsão de inauguração em Maio de 2009.
Há uma série de previsões de melhorias e investimentos para o ano de 2009, como por exemplo um site na internet para exposição do empreendimento ao público e promoção do networking interno; e algumas ações ecológicas como uma obra nas fontes para eliminação do uso de produtos químicos para sua limpeza.

 

Mercado


Financiamento de imóveis em 2008 bate recorde

Brasília - As instituições financeiras liberaram recursos da caderneta de poupança para a compra e a construção de 299.746 imóveis no ano passado. Foi o maior número de unidades financiadas desde 1982, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). O desempenho de 2008 chega a ser dez vezes maior do que o total de 28.982 de imóveis financiados no ano de 2002, quando se registrou o desempenho mais fraco da série histórica da entidade.
Os números da Abecip levam em conta os recursos das cadernetas de poupança que devem ser obrigatoriamente direcionados ao financiamento imobiliário. Apesar do agravamento da crise financeira mundial, os bancos conseguiram aumentar em 64% o crédito imobiliário com dinheiro das cadernetas.
Os financiamentos com recursos da poupança alcançaram um total de R$ 30,048 bilhões no ano passado. As liberações atingiram um pico de R$ 3 bilhões por mês no período de junho a agosto. Mas, em dezembro último, as novas operações encolheram e caíram para R$ 2,547 bilhões no mês.
Segundo o Banco Central, o ano de 2008 foi extremamente positivo para o crédito imobiliário. O volume total aumentou 38%, passando de R$ 46,355 bilhões para R$ 63,268 bilhões no ano passado. Esse valor inclui recursos próprios dos bancos, das cadernetas de poupança e dos programas do governo. Os bancos privados e públicos apostaram mais em habitação e elevaram em 71% os empréstimos próprios para casa própria.

 

Veículos


Campinas tem Réplica do famoso Porshe

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Apresentado durante o Paris Auto Show de 1952, o Porsche 550 logo se tornou o esportivo mais cobiçado dos anos 50 e até hoje ganha replicas em todo o mundo. No Brasil, várias empresas produzem replicas, algumas, inclusive, consideradas as mais fieis e por isso, a maioria é destinada à exportação. O carro logo se tornou também um sucesso nas pistas de corridas e faturou oito vezes as 24 Horas de Le Mans, a mais importante prova de resistência disputada em todo o mundo, a Mille Miglia e a Carrera Panamericana de 1954, no México, entre outras milhares de outras vitórias em todo o mundo.
Por sinal, o sobrenome Carrera nos modelos 356 e 911, se deve a essa prova. Produzido inicialmente com um motor 1,5 litro original da Volkswagen, com quatro cilindros opostos, ou seja, boxer, o 550 era produzido com um chassi tubular e motor entre eixos. A concepção era muito simples, mas eficiente, e tinha no seu baixo peso uma das maiores virtudes. No total eram, 550 quilos, mas ao contrario do que muita gente pensa, não foi por conta desse numero que o modelo ganhou essa moneclatura.
Além das vitórias em todo o mundo, a história do 550 também ficou marcada pela morte do ator James Dean, aos 24 anos. Durante as filmagens do filme Rebel withouta cause (Fúria de viver), James Dean se apaixonou pela marca, e começou a disputar várias corridas como amador. Graças aos seus bons resultados e a crescente evolução, Dean passou a acumular bons resultados e a disputar provas com pilotos mais consagrados. No dia 30 de setembro de 1955, James Dean dispensou o caminhão que levaria o carro para a prova de Salinas, na Califórnia e juntamente com seu mecânico, Rolf Wuterich, saiu de Los Angeles pilotando o carro que ele apelidou de pequeno bastardo. Após uma breve parada em Blackwells Corner, na junção entre as rodovias 41 e 46, um universitário Donald Turnupseed, dirigindo um Ford Custom Tudor 1950, segundo ele ofuscado pela forte luz solar, bateu violentamente de frente com o Porsche de James Dean. O universitário sofreu um pequeno corte na testa, o mecânico apesar de arremessado longe e bastante machucado, sobreviveu, mas para o ator foi fatal. O carro estava totalmente destruído. A partir daquele dia, surgia para o mundo dois mitos: o ator James Dean e o Porsche 550.
A replica do mito
Andamos numa réplica do modelo 550 RS, destinado, na versão original, para competições, e caracterizado a rigor, com adesivos das competições. O carro está exposto numa redoma de vidro, na entrada da La Pizzarie 68, no bairro do Cambuí, em Campinas. De jovem a idoso, homem ou mulher, todos se encantam com o modelo.
É uma experiência eletrizante. Logo surge a primeira dificuldade: entrar no carro. A pequena porta, a altura muito baixa e a construção interna exigem uma ginástica para entrar. Primeiro a perna esquerda, e numa jogada rápida, a outra perna. Mas tem que ser rápido, senão a perna direita fica pra fora e tem que começar tudo de novo. Logo a segunda dificuldade: passar despercebido. Todo mundo olha, com um olhar de alegria e inveja.
Parados nos semáforos os comentários são todos elogiosos. Em segundos enche de gente fazendo perguntas e comentários. Os mais experientes contam da importância do modelo em sua época. Apesar da mecânica Volkswagen nacional, o 550 ronca alto e aceita boas acelerações. Mais uma vez, se destaca o baixo peso.
Dirigi-lo é uma das coisas mais agradáveis e estimulantes que um apaixonado por carros pode sentir. É uma replica perfeita, mas e daí, logo se transforma em realidade. As medidas, para adaptá-lo aos dias atuais, são pouca coisa maiores e o peso 30 quilos mais pesado. Outra diferença é a carroceria, agora de fibra de vidro e antes, de alumínio. O prazer de andar num carro desse e a volta no tempo, é o que vale. O modelo testado tinha algumas coisinhas que precisavam ser reguladas, como os engates das quatro marchas e a folga na direção. Mas acelerando o carro, não decepcionou e mostrou estabilidade nas curvas, mesmo com pneus e rodas pequenas, como por sinal as originais.
Não aceleramos para buscar a velocidade máxima e muito menos o consumo, já que não tínhamos esse objetivo, pouco importa para uma replica como esta e o carro foi emprestado por seu proprietário com o objetivo de volta ao seu habitat. Mas mesmo assim, pela experiência, não deve andar pouco. Os mostradores do painel, similares aos originais, são a única sofisticação interna. Os bancos, tipo concha, são como os originais, seguram muito bem o corpo do motorista. Nesta versão para competição, há uma “almofada” para apoio da cabeça, numa estrutura aerodinâmica presa na tampa traseira.
Na verdade, serve para pouca coisa, mas é agressivo e elegante. Por conta da idade, já que o original não possuía, não há obrigatoriedade dos cintos de segurança, mas diversos proprietários mandam colocar, do tipo competição, onde a fixação é no assoalho do carro. Afinal, não há outro lugar para fixar. E lá vamos nós acelerando, com o vento na cara, delirando com o ronco do Porsche 550.  Não é um carro para o dia-a-dia, mas um carro para esquecer dos problemas da vida e relaxar. Pode ter certeza, meia hora depois, que a vida não é mais a mesma. Você vai estar mais leve e com um belo sorriso no rosto. (Colaboração: Antonio Fraga / Sport Motor).

Redação de Textos, Edição: Marcelo Francisco de Oliveira - MTB: 28597

 

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